Falhas simples de gestão e manutenção podem elevar o consumo de água e energia e acelerar o desgaste da edificação Sustentabilidade em condomínios não depende apenas da adoção de novas tecnologias ou de grandes investimentos. Muitas vezes, o desperdício está em situações que fazem parte da rotina e que poderiam ser evitadas com acompanhamento, manutenção e planejamento. Para o síndico, identificar esses pontos é também uma forma de melhorar a eficiência do condomínio, controlar despesas e preservar o patrimônio. Confira alguns erros que merecem atenção: 1. Esperar o problema aparecer para fazer manutenção Uma torneira com vazamento, uma infiltração ou um equipamento apresentando sinais de desgaste pode parecer um problema pequeno. Quando a correção é adiada, porém, o custo e os impactos podem aumentar. A manutenção preventiva permite identificar falhas antes que elas evoluam para intervenções mais complexas. 2. Não acompanhar o consumo de água Olhar apenas o valor da…
O Secovi Rio e a ABADI (Associação Brasileira de Administradora de Imóveis) lançaram uma cartilha especial com orientações para condomínios durante a Copa do Mundo de 2026, reunindo recomendações práticas para auxiliar síndicos, administradoras, colaboradores e moradores na organização da rotina condominial durante o período dos jogos. O material aborda temas como funcionamento das áreas comuns, convivência entre moradores, segurança, uso de espaços coletivos, circulação de visitantes, além de orientações sobre comunicação interna e planejamento operacional nos dias de partidas da Seleção Brasileira. A iniciativa conjunta reforça o compromisso das entidades com a disseminação de boas práticas de gestão condominial, especialmente em períodos de grande mobilização social, quando o fluxo de pessoas e as atividades nos condomínios costumam sofrer alterações. A cartilha foi desenvolvida com foco na prevenção de conflitos, na manutenção da ordem e no estímulo à convivência harmoniosa entre os moradores, contribuindo para que os condomínios possam vivenciar…
Em meio ao avanço da tecnologia e da portaria remota, a presença humana segue sendo elemento estratégico para segurança, gestão de risco e valorização patrimonial Os condomínios mudaram. Aplicativos substituíram livros de ocorrência, câmeras ganharam inteligência artificial e a portaria remota passou a integrar o vocabulário cotidiano de síndicos e administradoras. Em meio a esse cenário cada vez mais digital, uma pergunta se impõe: a portaria humana ainda é necessária? A resposta passa menos pela oposição entre tecnologia e presença física e mais pela compreensão do papel estratégico da portaria. Sistemas digitais são eficientes para registrar acessos, abrir portas à distância e organizar fluxos. No entanto, a gestão de risco em condomínios envolve variáveis que ultrapassam protocolos automáticos. A leitura comportamental, a capacidade de intervenção imediata e o discernimento diante de situações imprevistas continuam sendo atributos essencialmente humanos. A portaria presencial atua como filtro ativo de segurança. Não se trata…